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Depois de mais de três décadas trabalhando para a mesma empresa química, Joan Cordiner aceitou um cargo sênior em uma universidade. Para muitos, diz ela, a mudança da indústria para a academia pode parecer um pino quadrado em um buraco redondo. Colegas acadêmicos às vezes precisam ser persuadidos de que as habilidades adquiridas em outros lugares têm valor. Mas colaborações e mudanças de carreira entre os dois setores são cruciais, acrescenta ela, em países com ambições de se tornar (ou permanecer) potências de pesquisa.
David Bogle, pró-reitor da Doctoral School da University College London, define essa “porosidade” como o movimento de
pessoas dentro e fora da academia – incluindo carreiras no governo e no setor sem fins lucrativos – e as habilidades e experiências adquiridas em rota.Este primeiro episódio de uma série de seis partes sobre porosidade também inclui perspectivas de Søren Bregenholt, executivo-chefe da empresa de biotecnologia Alligator Bioscience, com sede na Suécia; A empreendedora britânica e profissional de transferência de tecnologia Nessa Carey; e o jornalista científico norte-americano Chris Woolston. Woolston relata as pesquisas anuais de carreira da Nature, incluindo a mais recente sobre salário e satisfação no trabalho na academia e além.